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quinta-feira, 7 de abril de 2022

Barão Vermelho - Carnaval remixes (single digital)

Capa

Enquanto o mundo enfrenta a ressaca econômica do pós-pandemia de Convid 19, as festas de carnaval no Brasil aos poucos estão sendo retomadas. Por coincidência de assuntos, a equipe do blog vai falar justamente sobre os remixes da canção Carnaval

A música Carnaval foi originalmente lançada pela banda Barão Vermelho, em 1988. Nessa época, o cantor Frejat já havia assumido os vocais do grupo no lugar de Cazuza, que estava trabalhando em carreira solo. 

Trinta anos depois, em 2018/19 a banda resolveu fazer uma releitura dessa canção e coube aos DJs Anthony Garcia e Dumato (Sylvio Muller) a responsabilidade pela produção dos remixes. Já comentamos em outras postagens que diante da confusão musical brasileira, mesmo que o remix tenha sido lançado em 2018/19, para muitas pessoas a versão vai ter gosto de novidade. 

Banda Barão Vermelho em 2019 / reprodução

O single lançado no formato digital registra as seguintes versões: 

1- Carnaval (Latin Jazz Acoustic Mix) 6´26
Análise: Os riffs de guitarra marcam essa versão do inicio ao fim, possibilitando um clima poprock tradicional, bem ao gosto dos fãs da banda. 

2- Carnaval (Latin House Mix) 6´23
Análise: Aqui os acordes iniciais da melodia lembram suavemente da canção Bete balanço - que foi um grande sucesso do grupo na década de 80. Mas, não se engane, a percussão e os riffs de trompete latino dão o charme especial que o remix merece. 

3- Carnaval (DJ Anthony Garcia & DJ Dumato Remix) 4´41
Análise: Esse é o remix principal do single com uma levada House de ótima qualidade! Os djs que produziram essa faixa foram muito felizes na escolha da proposta musical com influências do Latin House, que até o momento, é um estilo que move grande parte dos remixes de inúmeros artistas latinos! Nessa faixa a pista cheia é garantida! Recomendamos! 100% festa! 

Dj Anthony Garcia 

Dj Dumato (Sylvio Muller)

4- Carnaval (Latin Jazz Acoustic Instrumental Mix) 6´12 
Análise: Esse remix é a versão instrumental da versão Latin house acoustic mix. 

5- Carnaval (Latin House Bass Groove Mix) 6´06
Análise: O próprio nome do remix fala por si, ao trazer uma versão com uma linha de baixo com altas doses de grooooooove! Aumenta o som ai DJ! 

6- Carnaval (DJ Anthony Garcia & DJ Dumato Instrumental Mix) 4´37
Análise: Temos aqui uma ótima versão instrumental do remix principal.

7- Carnaval (Carnacapella) 3´15
Análise: Versão acapella – apenas a voz. 

8- Carnaval (Acoustic Groove Mix) 6´10 
Análise: Outra versão instrumental com ênfase na percussão. 

9- Carnaval (Latin House Drums Mix) 6´06 
Análise: Outro remix instrumental.  

10- Carnaval (DJ Anthony Garcia & DJ Dumato Radio Edit) 3´14 
Análise: Ótimo remix pra tocar no rádio. Aqui temos a versão principal editada. 

* Além dos remixes da canção terem sido lançados num momento em que a sociedade estava musicalmente dispersa, também percebemos que os remixes de Carnaval foram prejudicados pela falta de promoção e pela falta de divulgação. Pois, o que era pra ter sido sucesso garantido, acabou sendo ignorado pela cena, e até hoje, milhares de pessoas nem sabem da existência do remix, lamentável. 

** Para ouvir a canção sem anúncios publicitários e sem precisar fazer registro com e-mail e blá-blá-blá: Lá no Youtube tem. 

*** Onde comprar: Nas plataformas que vendem músicas no formato digital.

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Barão Vermelho - Puro Extase - versão original e versão remix - (Single promocional - Item de colecionador)

Capa do single promocional

No período de lançamento da canção “Puro Extase” da banda Barão Vermelho, ouve um certo “tumulto nos bastidores” e até o que poderíamos  chamar de “surto injustificado”, em parte da confusa, e, por vezes, egoísta cena musical brasileira. Incluindo nessa área, o mercado consumidor, até então, um pouco perdido entre as concepções, vibrações e conexões musicais do planeta.

Como assim? O que aconteceu?

Para entender o que se passava naquela época é preciso que o leitor fique atento. Ou seja, em 1995 estávamos chegando ao final da fase Eurohouse/Eurodance/Europop (Corona, Masterboy, Dr. Alban, Snap, Whigfield, 2 Unlimited, Culture Beat e + outros trocentos artistas que faziam a festa da galera nos clubs mundo afora). Então, nesse momento, o  cantor Lulu Santos havia lançado em parceria com o Dj Memê, o ótimo álbum Eu e Meme , Memê e Eu com releituras musicais de sua carreira, utilizando a estética melódica eletrônica e dançante. O álbum fez sucesso no ano de 1995/1996 e ainda dava um bom “caldo” em 1997. Logo, seguindo com o raciocínio do tipo de atmosfera melódica predominante naquela ocasião, dadas às proporções, o que chamava a atenção na musicalidade brasileira na metade da década de 90 eram os trabalhos musicais que flertavam com a Dance music e a música eletrônica! Captou?

Contracapa do single 

Essa característica, não ocorria apenas no Brasil. A cena melódica pop e poprock, também respirava dessa forma. Logo, era ÓBVIO que se uma banda/artista quisesse se manter ATUALIZADA(O) junto a “sonoridade musical mundial” estabelecida naquele momento; a banda/artista, mesmo que fosse de rock ou de outro estilo musical, deveria utilizar algumas referências melódicas eletrônicas ou dançantes. NÃO havia obrigação de seguir esse caminho. E nem todos comungavam desse posicionamento! MAS, entretanto, porém, contudo...... era uma alternativa do mercado para manter os holofotes ou buscar o sucesso.

CD

Portanto, após compreender essa movimentação musical do mercado, em 1997, a banda de ROCK Barão Vermelho aceitou lançar um álbum, que tivesse ALGUMAS referências eletrônicas. Só isso!!! A banda não deixou de ser roqueira, a banda não se prostituiu, a banda não traiu ninguém! Ela apenas lançou um produto musical no mercado e a vida segue.

Ao longo da carreira, Rolling Stones fez ótimos remixes dançantes para agradar ao público frequentador de clubes e danceterias, e, mesmo assim, não deixou de ser uma banda de rock! Aerosmith, também já brincou com remixes e nunca perdeu o estilo rock n´roll! Naquele mesmo ano, o grupo de rock U2 tinha lançado o álbum POP, que também flertava com a musicalidade eletrônica e ninguém morreu por isso. A vida continua, mas na época, parte do mercado produtor e consumidor brasileiro tradicional e doutrinado “surtou” com ares de que o mundo havia chegado ao fim. Pura bobagem, medo e preconceito.....

Porquê “surtou”?

Por que na esfera artística os egos inflados e a concorrência pelo sucesso são gigantescos! Todos defendem que seu estilo musical (produto) é imaculado e o melhor do mundo! Por isso, rolava a maior “dor de cotovelo” no império roquista – já saturado naquela época, - diante dos outros estilos musicais emergentes. Nooooooooossssa! Roqueiros surtavam com o baticum eletrônico porque achavam ‘uma invasão de seu “território”. E, que a música eletrônica era inferior e uma afronta ao sucesso roqueiro másculo, forte, aguerrido e absoluto, que até então reinava e dominava, massivamente, as paradas de sucesso de rádios FMs, desde a década de 80!

Sério? Foi tudo isso?

Sim! Teve crítico musical mequetrefe que fazia escândalo diante de qualquer eventual “suspiro eletrônico”, que era inserido em certas melodias produzidas por artistas e bandas roqueiras brasileiras. Mas, o pior estava por vir, pois os roqueiros não faziam ideia de que anos depois, seriam solenemente deixados de lado pelo público, com a ascensão da música pop sertaneja até os dias atuais. Mas essa é outra história. 

E o remix da canção??

Calma, vamos explicar a ordem dos fatos. Em 1997 a banda lançou um Cd ao vivo + remixes. Também em 1997, a banda lançou um álbum novo com a música Puro extase. Mas, o remix da canção Puro extase só apareceu em 1998, no meio de uma coletânea de musicas promocionais distribuída para rádios e djs,  pela gravadora WEA. Na ocasião, era quase uma ordem de mercado, lançar o remix promocional ao mesmo tempo em que o álbum fosse comercializado. A estratégia de marketing tinha o objetivo de “pegar” o mercado com “tudo”, ao fazer com que uma canção fizesse sucesso tanto no rádio, quanto nas pistas de dança. Ou até, muitas vezes o single remix era lançado antes do álbum para testar a aceitação do mercado consumidor. Mas, (sempre tem um “mas”) essa estratégia era aplicada no mercado internacional. No Brasil, por uma questão de organização prática e financeira das próprias gravadoras, não havia interesse em seguir esse exemplo. Então, cada gravadora fazia como queria. Por isso que, nesse caso, o remix só apareceu depois.

O remix da canção Puro Extase (Nino extended mix), não se trata de um remix dançante propriamente dito. Mas, de uma versão estendida da versão original. A versão original possui aproximadamente quatro minutos de duração e o remix tem seis minutos e a inserção de efeitos eletrônicos discretos, que proporcionam um pouco mais de brilho e uma sensação festiva para a melodia.

Para ouvir o remix, lá no youtube deve ter. No entanto, é preciso conferir se essa versão ainda está disponível! Também lembramos ao leitor, que ao longo dos anos, outros remixes não oficiais da canção circularam pela internet.   

* Na imagem seguinte, você pode visualizar a capa da coletânea promocional DJ CLUB 7, que foi distribuída pela gravadora WEA e registra de forma oficial, o remix da canção. 

Em 2015, a equipe do Brasilremixes já havia apresentado essa compilação aos leitores do blog. Para rever, clique em: https://brasilremixes.blogspot.com/2015/08/dj-club-7-varios-cd-promocional_29.html

* O álbum que leva o mesmo nome da canção Puro Extase, teve a produção principal feita pelo Dj Memê.

* Não há registro que o single tenha sido editado em vinil.

* Lembramos para os fãs não confundirem alhos com bugalhos: 

O CD álbum Puro Extase  é uma coisa. 
O CD ao vivo + remixes é outra coisa.  
O CD single promocional com a canção Puro Extase é outra coisa. 
E, o CD promocional coletânea que traz diversas canções de vários artistas, e, TAMBÉM APRESENTA o remix de Puro Extase, é outra coisa. 
Tudo pode ter relação ao mesmo tempo, mas são quatro produtos diferentes. 

* Tá, mas o CD ao vivo + remixes não traz o remix de Puro Extase? – Não, porque o Cd ao vivo + remixes apresenta canções antigas da banda, e foi lançado numa edição especial comemorativa, no inicio de 1997. Para rever a resenha já postada pelo blog, clique aqui: https://brasilremixes.blogspot.com/2015/11/barao-vermelho-ao-vivo-remixes.html

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Barão Vermelho - Ao vivo + remixes compilação

Capa

A equipe do Brasilremixes gosta quando os internautas discordam das resenhas apresentadas pelo blog. Isso significa que a ferida foi mexida e o ego pessoal dos artistas e de seus admiradores foi cutucado. Uma coisa é um trabalho muito bom, outra coisa é um trabalho musical fraco e as pessoas acreditam que está bom. Acorda Brasil! Cadê a capacidade de fazer melhor?

Aliás, uma das partes mais importantes na concepção musical é quando os remixes são questionados. Se não houvesse comparação ou questionamento, a sociedade estaria vivendo em um conto de fadas com a impressão que tudo é lindo e está sendo conduzido dentro da normalidade. Entretanto, nem tudo é tão natural quanto às pessoas imaginam. É preciso fazer um bom trabalho e ao mesmo tempo destruir tudo, para refazer outro trabalho musical melhor. São os desafios artísticos. Ou seja, manter a capacidade de fazer melhor de forma contínua, para não ser vítima da preguiça e conveniência.

Não existe mais lugar para migalhas musicais. A melodia simplória que faz o tipo “pão com ovo”, serve apenas para uma parte da população deslumbrada e onipresente com o desenvolvimento musical.  A produção brasileira merece avançar na qualidade, para proporcionar um pouco mais de desenvolvimento intelectual para população.

Mas o assunto de hoje relembra a experiência melódica dos djs que remixaram duas canções da banda Barão Vermelho. Em 1996, a banda lançou o álbum de sucesso chamado “Álbum”, (tantos nomes para colocar e escolherem justamente, álbum? enfim....) que posteriormente em 1997, acabou recebendo uma edição especial dupla, com alguns remixes e versões ao vivo. Para completar, no mesmo ano, também foi lançada uma versão compacta trazendo apenas os remixes e as canções ao vivo.

Entendendo:

São três Cds com formato diferentes.

A 1ª edição se chama “Álbum” com canções originais.
Capa
Contracapa

A 2ª edição se chama “Álbum” em versão dupla especial de platina, com canções originais + versões ao vivo  + remixes
Capa
Contracapa

E a 3ª edição se chama apenas “Ao vivo + remixes”.
Capa
Contracapa

Feita a explicação - indo direto ao que interessa, a  equipe do blog esperava um resultado um pouco mais satisfatório dos remixes. Porém, respeitamos a ocasião e a estética musical utilizada pelos produtores, sabendo que a qualquer momento, novos remixes poderão ser criados.
Encarte interno 

A seleção musical possui as seguintes canções:

01. Malandragem dá um Tempo (ao vivo)
02. Jardins da Babilônia (ao vivo)
03. Quando (ao vivo)
04. Perdidos na selva (ao vivo)
05. Amor, meu grande amor (ao vivo)
06. Eclipse oculto (ao vivo)
07. Vem quente que eu estou fervendo (ao vivo)

08. Perdidos na Selva (Club Mix - DJ Desperado) 5´49
Análise: A canção é ótima. Trata-se de uma regravação de um dos sucessos da banda Gang 90, porém o remix não convenceu. Dentro da estética comercial, a versão possui muitas colagens e sobreposições com referências da música pop variada. Não é super dançante, mas também não é ruim, diria que depende da interpretação de cada um. O remix não faz falta para colecionadores.

09. Perdidos Na Selva (Cuca's Pop Hit Radio - DJ Cuca) 3´47
Análise: Essa versão é a cara do Dj Cuca com sua malevolência funk + miami bass tupiniquim. Excelente versão para festas direcionadas ao público funkeiro anos 90.

10. Perdidos Na Selva (Cuca's 70's Radio Mix) 3´46
Análise: Com uma levada bem Disco Dance, Dj Cuca apresentou o melhor remix do Cd. O lado negativo - é claro, a versão ficou muito curta. Quando você pensa em dançar, o remix já acabou. Cadê a versão mais longa?

11. Amor Meu Grande Amor (Radio Version - DJ Corello)
Análise: Esse remix não serve para a pista de dança, mas faz o estilo “mamãe eu quero colo”, ao explorar as referências melódicas do pop romântico. É ótima para tocar em programas de rádio e embalar corações apaixonados. Pra quem gosta de fazer charme, a canção dá um belo caldo! Uia!

12. Amor Meu Grande Amor (Miamix Cyberclub Edit - DJ Grego)
Análise: Provavelmente um dos últimos remixes oficiais produzidos pelo saudoso Dj Grego. A melodia possui referências da House Music mais íntima e pessoal. Uma bela versão que pode ser mixada junto com o remix da música Fullgás da cantora Marina Lima.
CD

* Os remixes não foram lançados em vinil. 

sábado, 29 de agosto de 2015

DJ Club 7 - vários (Cd promocional)

Capa

Hoje relembramos mais uma compilação com remixes nacionais escondidos. Trata-se da coletânea DJ CLUB 7, lançada pela gravadora WEA - Warner Music Brasil. A seleção musical foi distribuída promocionalmente em 1998 e apresenta diversos artistas internacionais e dois grupos brasileiros, Barão Vermelho e Titãs.
Contracapa

Os outros artistas da coletânea não são prioridade do blog Brasilremixes. Por enquanto, não existe o registro oficial que afirme ou prove, que ambos os remixes das bandas brasileiras - que aparecem no Cd, tenham sido editados em singles promocionais individuais de cada artista. Porém, enquanto aguardamos mais informações a respeito do assunto, estamos mostrando o que está disponível no momento.

OS REMIXES

Os remixes são raros e muito cobiçados por colecionadores. A versão da música “Puro êxtase” do Barão Vermelho é bem interessante e foi produzida por Nino Carlo.  Mas, apesar da tecnologia disponível em 1998, o remix não fugiu da versão original e limitou-se a alguns efeitos eletrônicos. Para muitos Djs, a diferença entre a música original e o remix, é que o remix ficou mais longo, apenas. Vale pelo registro.

Quem se saiu melhor foi o remix da canção 
“Os cegos do castelo” da banda Titãs. A faixa foi remixada pelo Dj Cuca e ganhou uma camada de sintetizador bem melódica, que ressuscitou a canção das profundezas do marasmo,  tornando-a  um remix ideal para ser tocado em programas de rádio. Entretanto, na pista de dança a canção ficou limitada e nem se compara ao “delírio” dançante nas festas eletrônicas que agitavam a galera na época. Mas vale pela tentativa. As duas musicas são ótimas e quem sabe no futuro teremos novos remixes! Vamos aguardar....

O play list completo da coletânea registra as seguintes canções:

1 – Barão Vermelho – Puro Extase (Nino extended mix)

2 - Nek – Laura no c´é (Extended vocal version)
3 – Madonna – Frozen (Extended mix)
4 – Cornershop – Brimful of Asha (Norman Cook original Edit)
5 – Mr. President – You can dance (Cuti extended remix)
6 – Jocelyn Enriquez – Even It (JJ Flores mix)
7 – Tamia – Imagination (HH 12 inch vocal mix)
8 – Dive – Boogie (Extended)
9 – C-Block – Time is tickin´away (Extended mix)

10 – Titãs – Os cegos no Castelo (Cuca´s Pop Right Edit)

11 – Busta Rhymes – Dangerous (X-mix urban)
12 – Madanuf Feat. Kurtis Blow – The breaks (X-mix Edit)
13 – Tamia – Imagination
14 – Tamagotchi Music – Tamagotchi dance
CD

* A coletânea não foi lançada em vinil.

** A versão remix da música Os cegos do castelo aparece na compilação de forma “editada”. A equipe do blog  está procurando da versão completa!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Promo nacional WEA remix - (Coletânea promocional vários - item de colecionador)

Capa

Apresentamos aos leitores do blog, uma típica compilação promocional divulgada pelas gravadoras, para algumas rádios e alguns djs no Brasil terem a oportunidade de conhecerem o trabalho dos artistas e consecutivamente, tocarem suas musicas. Nesta coletânea musical, distribuída pela WEA em 1997, temos um total de doze canções divididas entre seis músicas e nove remixes de artistas brasileiros como Barão Vermelho, Kid Abelha, Sandra de Sá entre outros.

 
Contracapa

As canções “Soul de verão” e “Te amo pra sempre” também foram distribuídas separadamente em singles promocionais. O single individual da canção “Amor meu grande amor” do Barão vermelho, ainda não foi localizado pelo blog. Quanto aos outros artistas não mencionados no texto, mas que também fazem parte da compilação, não se tratam de remixes, mas apenas de versões iguais as melodias originais lançadas em seus respectivos álbuns.


Mais detalhes...

Na prática, todos os remixes apresentados nesta compilação seguem a linha pop comercial de rádio, bem característico do Brasil nessa época. Mas alertamos que independente do sucesso alcançado  pelas canções, nem todo mundo gostou do resultado final. Como consolo, resta aos fãs esperarem por novos remixes. Visto que, na música tudo é relativo, reciclado e regravável!!

Esta compilação registra as seguintes musicas: 

1 Barão Vermelho – Amor meu grande amor (Miamix Cyberclub Edit) 4´11
2 Barão Vermelho – Amor meu grande amor (Miamix Cyberclub) 5´50

3 Kid Abelha – Te amo pra sempre (Crossover pop mix Edit) 3´51
4 Kid Abelha – Te amo pra sempre (Crossover pop mix) 5´45
5 Kid Abelha – Te amo pra sempre (Crossover Club Edit) 3´30
6 Kid Abelha – Te amo pra sempre (Crossover Club) 4´46

7 Sandra de Sá – Soul de verão (Fame) (Short version) 4´19
8 Sandra de Sá – Soul de verão (Fame) (Long version) 5´20
9 Sandra de Sá – Soul de verão (Fame) (Reggae version) 3´27

10 O Rappa – Hey Joe (álbum version) 4´25
11 Pino Solto – Reggae night (álbum version) 3´22
12 Samburica –  Ladeira do pecado (álbum version) 3´48

CD
 
* Os remixes do Barão Vermelho aparecem no álbum da própria banda chamado “Ao vivo + remixes”. Nos próximos meses o álbum será postado pelo blog.

** Os remixes do Kid Abelha foram incluídos comercialmente na edição especial de platina do álbum da banda chamado "Meu mundo gira em torno de você".

*** E os remixes da cantora Sandra de Sá foram lançados em um single comercial e um single promocional. Em breve, ambos serão postados para os leitores.

**** Não há informação que esta coletânea promocional tenha sido editada em vinil.

sábado, 5 de maio de 2012

Pop Brasil Remixes - Coletânea vários


Capa

Hoje apresentamos a compilação POPBRASILREMIXES. Este CD foi lançado em 1997 pela gravadora Warner (WEA). A coletânea registra o trabalho de vários artistas da área do Rock, Pop e Mpb brazuca que faziam parte do cast da gravadora. Os remixes tentam satisfazer a todos os gostos ou não. Na prática, a produção do Cd apresenta algumas versões interessantes e outras que deixam a desejar. Algumas canções já foram postadas pelo blog em outros momentos, mas você pode rever algumas informações na área de pesquisa. Para a felicidade dos fãs e colecionadores de remixes, ainda é possível comprar essa compilação em lojas virtuais ou em estabelecimentos que vendem discos e CDs usados.

A compilação apresenta as seguintes musicas:

1- Kid Abelha- Pintura intima (Cuca´s return at pop hits edit) 4´34
Análise: Esse remix segue o estilo pop comercial com referências da Eurohouse para programas de rádio. Produzido pelo Dj Cuca.

2- O Rappa – Vapor Barato (Kaya radio mix) 4´24
Análise: Remix pop com levada reggae, pitadas de rock e composição marcante com forte apelo social. Boa versão para ser tocada nas ondas do rádio e longe das pistas de dança. Produzido por DJ Cuca. 

3- Barão Vermelho – Perdidos na Selva (Cuca´s pop hit radio) 3´44
Análise: Outro remix para ser tocado no rádio e que foi produzido pelo Dj Cuca com influências do funk melody que só faz sucesso com a  galera do Rio de Janeiro. Essa versão também foi incluída no CD “ Ao vivo + remixes”  lançado pela própria banda e que em breve também será postado pelo blog.

4- Márcio Mello- Tonelada de Amor (Pop radio) 3´48
Análise: A letra da canção é interessante, mas o remix ficou excessivamente lúdico! Nunca ouvimos essa versão ser tocada em lugar algum. Quem sabe um novo remix.

5- Titãs – Tudo o que você quiser (remix) 3´45
Análise: A canção foi remixada pelo Dj Cuca e apresenta o estilo alegre e marcante do reggae pop, mas infelizmente não faz diferença alguma! Vale pelo registro.
Encarte

6- Zé Ricardo – Você chegou (remix) 3´34
Análise: Essa canção tem uma boa levada comercial, mas o remix não convenceu. Faltou personalidade e consistência. Na prática nem parece um remix, mas apenas uma versão pop melhorada. Merece um novo remix! 

7- Sandra de Sá – Soul de Verão/Fame (Dudu Marote remix) 4´35
Análise: Os arranjos iniciais e as influências da disco music foram uma ótima idéia, mas como em várias musicas produzidas pelo Dudu Marote, a qualidade do som ficou prejudicada. Falta mixagem, falta equalização, enfim o som ficou “trancado” e preso por falta de padronização técnica no momento da gravação. A música não tem que funcionar apenas no equipamento do produtor e da gravadora. A qualidade da música deve ser “vibrante”  até no radinho de pilhas!!!! Foi uma canção de sucesso, mas o remix merecia mais!

8- Gilberto Gil – Guerra Santa (Acid jazzmix) 4´20
Análise: Belo remix com influências do Acid jazz e riffs musicais de samba. Ideal para bares e restaurantes.

9- Zélia Duncan – Tempestade (Memê hip-hop radio) 3´29
Análise: Uma versão interessante para ser tocada no rádio, mas na pista não funciona. Produzida pelo DJ Memê, a canção possui referências da Black music e sample da melodia  “I want your Love” da banda CHIC.
Contracapa

10- Jorge Bem Jor – W brasil (Club dance version) 6´27
Análise: Essa música foi encomendada pela agência de publicidade W/Brasil. O remix foi chamado de “Club Dance Version” e de acordo com informações apresentadas nos créditos do encarte da coletânea, essa versão também foi produzida por Paul Peterson. Trata-se, a meu ver, de um remix pop que em alguns momentos lembra a pegada musical do cantor americano Prince. Não foi uma versão que “bombou” nas pistas.

11- Kid Abelha – Como é que eu vou embora (Crossover pop mix) 4´34
Análise: A equipe do blog constatou que essa versão é diferente de todos os outros remixes apresentados no single promocional, no single comercial e no álbum de remixes da banda que já foi postado pelo blog e você pode rever clicando aqui. Dessa forma, temos uma versão produzida exclusivamente para a compilação Pop Brasil Remixes. Esse remix é um pouco mais melódico do que os outros e possui uma introdução musical  diferente.

12- Barão Vermelho – Amor meu grande amor (Radio version) 5´30
Análise: Remix popular produzido pelo Dj Corelo para ser tocado no rádio bem longe das pistas. Possui uma atmosfera romântica fazendo referência a Black music que no Brasil também é conhecida e chamada por muitos de “Charme”. Ou seja, uma melodia para fazer passinho e muito “charme” junto com a galera ou com a pessoa amada! 

CD
 

*** Até o momento não há registro de que este trabalho tenha sido lançado em vinil ou que esta compilação esteja sendo comercializada digitalmente em sites*  virtuais de venda de músicas.

OBS: Não confunda! Existem sites que só vendem músicas e existem sites que só comercializam CDS!!!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Barão Vermelho - Pense e dance remix (single promocional)


Single promo




















Em 1989 a gravadora WEA (Warner music Brasil) distribuía para algumas emissoras de rádio e para alguns djs no Brasil, o remix da música “Pense e Dance” da banda Barão Vermelho. A canção marca uma fase do grupo sem a participação do cantor e compositor Cazuza que seguia  em carreira solo desde 1985. “Pense e Dance” foi lançada originalmente no álbum chamado "Carnaval" em 1988 e também foi distribuída promocionalmente no mesmo ano em single 12” conforme imagem abaixo.
A canção original é uma uma melodia rock n´roll feita por uma banda de rock n´roll. Logo, o remix não acrescenta muitas alterações mantendo a pegada roqueira e alguns momentos “Dub” (bases instrumentais) para deixar a versão principal mais longa. O que se confirma com o tempo de duração da melodia que saltou de 3´59 da versão original para 6´00 minutos no remix que recebeu o nome de extended play.

Extended ou extended play possui o mesmo significado. Isto é, uma versão mais estendida ou mais longa. Mantendo as bases melódicas originais, o remix foi produzido por pelos DJs Ippocratis “Grego” Bournellis, Claudio Vizeu e Silvio Müller. Este single promocional de número 51 possui no lado A dois remixes do Barão Vermelho. Uma versão mais longa (Extended play) e uma versão mais curta para tocar no rádio. No lado B, o single traz as musicas “Manuel” do cantor Ed Motta e “Projeto de lei” da banda Luni, ambas em versões originais. Para ouvir o remix de "Pense e Dance" clique aqui:




  Como assim um remix mais curto e mais longo?

De forma simples a gente explica: Os remixes mais longos são produzidos para que as musicas possam ser “apreciadas” por mais tempo, sem a necessidade de repetir a melodia por várias vezes.
O remix editado ou numa versão mais curta é para ser tocado nos programas de rádio porque as emissoras estão abarrotadas de músicas legais em todos os estilos e não há tempo de tocar tudo tanto quanto as emissoras de rádio gostariam. Por isso, a versão remix editada passa a ser uma alternativa de mostrar  ao público um pouco do "gostinho musical" dos remixes que agitam as pistas de dança nos clubes, para sair da simploriedade (superficialidade) das musicas em versões originais *. 

* Neste item existe uma controvérsia educacional interessante que o jornalista Cédrik Damábiah explica: 

"Grande parte do público educado (doutrinado) por modelos musicais construídos no passado, bem como, muitos artistas e seus fãs “xiitas” não admitem que o remix (sofisticado ou melhor produzido) seja ou possa ser considerado melhor que música original (simplória). 

São pessoas queridas, mas com uma visão de tempo confusa e ainda defendem critérios musicais empíricos e imaculados do tipo: “A gente sempre fez assim, pra quê mudar?” Lembramos que na música tudo é relativo e nada mais pode ser considerado absoluto. Aquele momento musical orquestrado, música clássica, música erudita entre outros estilos no mundo inteiro é muito bonito, mas não passa de um atrativo musical de um modelo social construído por pessoas no passado. A música folclórica também é muito bonita, mas registra apenas um entendimento de um grupo de pessoas de um determinado condicionamento cultural que entendia fazer do jeito que era conveniente junto aos seus simpatizantes. 

Utilizar esse modelo de concepção musical como ordem para produzir melodias saudáveis e padronizadas e ao mesmo tempo denegrir os entendimentos melódicos atuais, é como engessar (escravizar)  a sociedade para que ela perpetue uma ideia musical de um passado distante que nada mais representa do que os interesses limitados de um pequeno grupo de pessoas que ditava ordens musicais para uma platéia ingênua, educacionalmente fraca ou criativamente presa a um interesse musical preestabelecido. Dessa forma, a sociedade passaria a sustentar o interesse musical ditatorial desse grupo de pessoas. Essa situação ocorre em várias esferas sociais no mundo inteiro. No Brasil, entre vários exemplos podemos citar o tradicionalismo do pampa gaúcho. Isto é, um estilo musical bonito que nunca irá evoluir porque a tradição é contra a evolução! São pessoas doutrinadas pelas regras tradicionalistas para manterem a sua músicalidade (condicionada por um grupo de pessoas por volta do século XVIII)  insubstituível, imaculada e imortal!

"As musicas atuais em todas as sociedades do mundo podem não ser perfeitas, mas para a infelicidade de alguns, o passado também não foi digamos,  toda a glorificação que defendem!!!!"

Esse entendimento não é tão óbvio quanto parece! Existem pessoas que tratam a música como se fosse algo sagrado. Mas, no final a música representa apenas uma combinação melódica de instrumentos musicais produzidos por pessoas com um interesse educacional de acordo com o seu tempo.  


Existem pessoas no tempo atual (século XXI) que fazem músicas de um tempo passado como homenagem, estudo ou brincadeira. Seriam pessoas atrasadas? 

Existe o livre arbítrio de cada ser humano. As pessoas tem o direito de escolher, de reciclar, de fantasiar, de brincar, mas não podem esquecer que sua vida é  no tempo presente. Muitas pessoas podem ficar aborrecidas com as musicas atuais e buscarem alternativas no passado - isso é normal - mas não podem impor no tempo presente uma ordem musical feita para satisfazer o ego do passado, como se fosse uma regra fundamentalista e ditatorial. Lembre-se que é apenas uma música vinda de uma concepção humana! Simples!


** Até o momento não há informação de que este remix tenha sido editado em Cd ou que tenha sido comercializado digitalmente. Com sorte, o single em vinil pode ser adquirido em algumas lojas de discos usados pelo país.